Nesta quinta-feira (29), visitei o Tribunal de Justiça do Paraná, na companhia de colegas que muito contribuem para o fortalecimento do associativismo no âmbito da magistratura nacional: o juiz Mozart Valadares, atual presidente da AMB, e os desembargadores Paulo Vasconcelos  e Jorge Massad, ex-presidentes da Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar).

No Tribunal, fomos recepcionados pelo presidente, desembargador Celso Rotoli; pelos vices, desembargadores Ruy de Oliveira, ex-presidente da Amapar, e Sérgio Arenard; pelo corregedor-geral, desembargador Sérgio Coelho; e pelo corregedor Noeval de Quadros. Presentes, também, vários desembargadores e juízes.

Foi  um momento de reflexão e troca de ideias sobre os rumos do associativismo e as expectativas da magistratura  frente aos novos desafios que se apresentam ao Judiciário. Apresentamos as propostas da Chapa AMBCOMVOCÊ e ouvimos sugestões para aprimorá-las.

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O CNJ, por unanimidade, julgou procedente, nesta terça-feira, o PCA da Associação dos Magistrados do Maranhão, determinando ao Tribunal de Justiça que revise, no prazo de 10 dias, a Resolução nº 10/2010, a fim de incluir representantes classistas na composição do Comitê Gestor, na fase de execução das propostas orçamentárias e planejamento estratégico, conforme o art. 2º, § 4º, da Resolução nº 70.

Essa decisão é uma vitória não apenas da AMMA, mas de toda a magistratura, pois assegura a participação dos representantes dos magistrados em todas as fases do planejamento estratégico do Judiciário, tanto na sua gestão quanto na sua execução.

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