Exercer o associativismo democrático é estar em sintonia e convergir em uma mesma direção para que a magistratura se fortaleça e seja respeitada dentro dos parâmetros do fazer e do agir que tanto a sociedade anseia.

É isso que proponho para a AMB a partir de 2011. Uma associação cada vez mais próxima dos seus associados, razão da sua existência. Cada magistrado será estimulado a conhecer, participar e usufruir de tudo aquilo que a sua entidade representativa pode lhe oferecer.

Temos como desafio maior da nova gestão fazer a convergência dessa dualidade, reinventando a relação da magistratura com a AMB por meio de canais diretos de comunicação, entre os quais a Ouvidoria.
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Se há algo que me estimula na luta associativa é a união em torno de ideais comuns. E este sentimento eu pude constatar na última segunda-feira, 2 de agosto, quando, na condição de candidato a presidente da AMB, recebi o apoio de expressivo número de colegas magistrados de vários estados. Estava se consolidando um projeto plural que marcará a história do associavismo brasileiro.
 
Marcaram presença no lançamento da nossa chapa, a Chapa AMBCOMVOCÊ, no Rio de Janeiro, representantes de 22 associações estaduais de magistrados e das Amatras. Foi um momento ímpar na nossa história, por representar a construção de um associativismo democrático, plural e participativo.

Defendo que uma magistratura forte e independente requer um associativismo com pensamentos coletivos. Daí a preocupação maior da nossa chapa em consolidar uma gestão à frente da AMB com o olhar no futuro.

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O meu último roteiro de visitas nesta sexta-feira (16/07), antes de retornar a São Luís (MA), foi em Campinas (SP), visitando a sede da AMATRA 15. Acompanharam-me na vista os colegas juízes Ronnie Herbert Barros Soares, juiz de São Paulo e candidato a Vice-Presidência da AMB, e Luis Claudio dos Santos Branco, presidente da Amatra 12.

Na conversa com os colegas trabalhistas, fiquei sabendo que aquela era a primeira vez que a AMATRA 15 estava recebendo a visita de um candidato à Presidência da AMB. Tal fato me deixou muito mais à vontade para discutir os principais pontos da minha proposta de gestão para a Associação dos Magistrados Brasileiros e demonstrar o quanto a magistratura trabalhista é importante para a consolidação de uma gestão democrática e plural.

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