Nesta quinta-feira (29), visitei o Tribunal de Justiça do Paraná, na companhia de colegas que muito contribuem para o fortalecimento do associativismo no âmbito da magistratura nacional: o juiz Mozart Valadares, atual presidente da AMB, e os desembargadores Paulo Vasconcelos  e Jorge Massad, ex-presidentes da Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar).

No Tribunal, fomos recepcionados pelo presidente, desembargador Celso Rotoli; pelos vices, desembargadores Ruy de Oliveira, ex-presidente da Amapar, e Sérgio Arenard; pelo corregedor-geral, desembargador Sérgio Coelho; e pelo corregedor Noeval de Quadros. Presentes, também, vários desembargadores e juízes.

Foi  um momento de reflexão e troca de ideias sobre os rumos do associativismo e as expectativas da magistratura  frente aos novos desafios que se apresentam ao Judiciário. Apresentamos as propostas da Chapa AMBCOMVOCÊ e ouvimos sugestões para aprimorá-las.

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Mais do que necessária, a aprovação da PEC 46, prestes a ser votada no Senado Federal, fará justiça à magistratura brasileira. A matéria resgata, em sua plenitude, a irredutibilidade de vencimentos, prerrogativa constitucional garantidora da liberdade e independência funcional, sem a qual a prestação jurisdicional estaria seriamente comprometida.

Injustiçada, a magistratura brasileira vem lutando contra o duro golpe sofrido a partir da aprovação da Emenda Constitucional nº 41, em 2003, que, na esteira de promover alterações previdenciárias benéficas, extinguiu a aposentadoria integral dos servidores públicos.

A nós, magistrados, coube o ônus maior dessa dita reforma. Perdemos a aposentadoria integral, que nos garantiria um futuro com mais segurança, haja vista a vedação constitucional que nos é imposta para o exercício de qualquer outra atividade, exceto o magistério.

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Promover uma gestão plural e democrática na AMB, em que os interesses de todos os segmentos da magistratura nacional estejam acima das particularidades de cada estado. Foi essa a tônica do diálogo que eu mantive na última terça-feira (20) com o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Jamil Gedeon.

Com a visita ao Tribunal de Justiça do Maranhão, são cinco Tribunais por mim visitados nos últimos dez dias. O roteiro começou pelo Tribunal Regional do Trabalho e de Justiça de Santa Catarina, no dia 12 de julho, seguido do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região.
 
Na visita ao Tribunal do Maranhão, acompanharam-me os juízes José Brígido Lages e Carlos Veloso, vice-presidente e tesoureiro geral da AMMA. Presente, a diretora administrativa do TJMA, Teresa Cristina Soares.
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Agenda positiva também no Rio Grande do Sul. Em dois dias de reuniões e franco diálogo com magistrados gaúchos, destaquei um dos pontos vitais da nossa proposta para a AMB: a união. Distâncias e diferenças regionais de um país imenso como o nosso, antes de nos separar, servem para nos unir, considerando que as causas maiores que movem a AMB - a preservação e defesa das prerrogativas da magistratura - são unas e indivisíveis

Foi essa a tônica da reunião que mantive, nesta quarta-feira (14), na sede administrativa da AJURIS. Ao lado dos colegas e apoiadores João Ricardo dos Santos Costa, que preside a entidade, e do assessor da Presidência, juiz Eugênio Terra, apresentei o nosso projeto para a AMB e evidenciei o papel de destaque da AJURIS em todas as conquistas obtidas pela magistratura nacional.

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Essa tem sido uma semana importante para a construção da minha candidatura à Presidência da AMB. Cumpro uma longa agenda de compromissos com magistrados do sul do país,  iniciada na última segunda-feira (12), em Florianópolis (SC), estendendo-se, no dia seguinte, a Joinvile e Balneário Camboriu. Hoje e amanhã, no Rio Grande do Sul.

Em Florianópolis, visitei o Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina, sendo muito bem recepcionado pelo presidente, desembargador Gilmar Cavalieri.  Conversamos sobre a realidade da magistratura daquele estado, trocamos informações e expus as principais metas para a gestão na AMB.

Na visita ao TRT/SC, tive a grata satisfação de ter em minha companhia os colegas João Ricardo dos Santos, presidente da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris); Irno Ilmar Resener, presidente da Amatra 12, e Paulo Bruschi, presidente da Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC).

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Participei nesta quarta-feira, em Brasília, de um momento histórico para a magistratura brasileira. Presidentes de 20 associações regionais filiadas à AMB aglutinados em torno de um objetivo comum: a construção de uma candidatura à Presidência da AMB que, efetivamente, corresponda aos anseios de todos os segmentos que compõem a magistratura nacional.

As propostas, as expectativas e como os representantes das associações regionais vêem a AMB e o que esperam da futura gestão estão contidas em uma Carta de Princípios, intitulada POR UMA ASSOCIAÇÃO FORTE, INDEPENDENTE E DEMOCRÁTICA. Mais que um simples documento de campanha, a Carta lançada ontem em solenidade na sede da AMAGIS-DF é um compromisso meu e daqueles que a subscrevem com a implementação de  uma gestão atuante e  combativa na defesa das prerrogativas da magistratura.

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