“Só quem sabe onde o sapato aperta é quem o está calçando”. Este dito popular muito bem se aplica ao que penso sobre o exercício da presidência de qualquer entidade representativa da magistratura. Mais do que boa vontade, é preciso coragem, determinação, conhecimento e muita, muita sensibilidade. Este é o perfil do presidente da AMB que queremos.
Ao contrário do que alguns pensam e até dizem - e todos podem dizer o que bem quiser, viva a democracia - nunca defendi que a presidência da AMB, ou de qualquer outra associação, seja exercida, exclusivamente, por juízes. Aqueles que propagam tal afirmação sem conhecerem a minha história no associativismo apenas incentivam o divisionismo e “a guerra fria” no âmbito da magistratura, na vã tentativa de obterem dividendos políticos. Atitude infantil, arriscada e inútil.