A generalização sobre autoria de atos desabonadores que possam ter sido praticados por algum magistrado em nada contribui, ao contrário, apenas faz aumentar o descrédito em torno da magistratura, fragilizando ainda mais a imagem do Judiciário perante a sociedade. O tema em questão não é nenhuma novidade, pois já tive a oportunidade de me manifestar no post “O remédio pode virar veneno”, publicado neste blog, em outubro do ano passado.

A minha opinião sobre o assunto é a mesma, nada mudou. O fato que está a merecer uma nova manifestação é a constatação do equívoco que a AMB cometeu ao mover ADIN questionando a competência do CNJ, nesta quadra histórica.

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