20/07/2010 08h54
O meu último roteiro de visitas nesta sexta-feira (16/07), antes de retornar a São Luís (MA), foi em Campinas (SP), visitando a sede da AMATRA 15. Acompanharam-me na vista os colegas juízes Ronnie Herbert Barros Soares, juiz de São Paulo e candidato a Vice-Presidência da AMB, e Luis Claudio dos Santos Branco, presidente da Amatra 12.
Na conversa com os colegas trabalhistas, fiquei sabendo que aquela era a primeira vez que a AMATRA 15 estava recebendo a visita de um candidato à Presidência da AMB. Tal fato me deixou muito mais à vontade para discutir os principais pontos da minha proposta de gestão para a Associação dos Magistrados Brasileiros e demonstrar o quanto a magistratura trabalhista é importante para a consolidação de uma gestão democrática e plural.
São três os principais pontos por mim destacados, que demonstram o quanto será necessária a ampla e efetiva participação da magistratura trabalhista na AMB: a luta para que as promoções para os Tribunais deixem de passar pelo crivo do Poder Executivo; valorização da participação orçamentária da Justiça do Trabalho no orçamento da União e tratamento mais igualitário para toda a magistratura nacional, principalmente no que diz respeito àqueles direitos que são deferidos a determinado setor da magistratura e questionados em outros.
Enfatizei o mesmo que já venho afirmando em todos os encontros com magistrados dos diversos estados. A iniciativa de apresentar as nossas propostas é mostrar que o nosso projeto para a AMB é nacional, plural e diversificado e que levará em consideração as peculiaridades da magistratura trabalhista, assim como de toda magistratura brasileira, sem distinção.
Demonstrei que o associativismo da Justiça do Trabalho ter um papel fundamental em razão do vanguardismo e da forma progressista de enfrentar as questões importantes para o Judiciário e para a magistratura.
A magistratura trabalhista tem a sensibilidade aguçada até porque trata de questões de natureza social, o que permite ao juiz do trabalho enxergar situações de uma maneira mais atenta.
Por todos esses motivos, deixei claro o quanto é imprescindível a participação dos trabalhistas não apenas na composição da nossa chapa quanto na elaboração das ações norteadores da próxima gestão da AMB.